Confissão de Fé

23/04/2013 23:03

Confissão de fé é a opção doutrinária que uma igreja deve adotar, ainda que controversa em relação a outro entendimento de mesmo seguimento religioso. É importante que os seguidores conheçam a declaração de fé de sua igreja, a exemplo da que adotamos, nos seguintes termos:

1. Cremos que a Bíblia é a manifestação viva da palavra de Deus, verdadeira,imutável, firme, inspirada e infalível, escrita por santos homens do passado que foram movidos pelo Espírito Santo e por Ele inspirados. (II Pe.1:21; Hb.1.1; II Tm.3.16)

2. Cremos que Deus se revelou como Pai, Filho e Espírito Santo, sendo o Criador do céu, da terra e de tudo o que existe. (II Co 13:14; Mc.12.29; Is.44.6; Cl.1.16; Jo.1.1Mt.1.20At.1.8).

3. Cremos na divindade de Jesus Cristo, em seu nascimento virginal, em sua morte expiatória, em sua ressurreição corporal e em sua ascensão à destra do Pai. Cremos que Jesus subiu ao céu e está vivo, intercedendo por nós à direita do Pai e que a Ele estão sujeitos tronos, principados, poderes e anjos. (1Ts.4:14; 1 Pe.3.22; Rm8.34; Ef.1.20; Cl 3.1; Hb 10.12; Hb.12.2; Ap.4,9-11).

4. Cremos que o homem foi criado bom e justo, mas perdeu essa natureza por cair voluntariamente no pecado. Cremos que os mortos serão julgados por Deus. E que os salvos habitarão na cidade celestial. (Gn.1:26-31; Rm 5.12; 19; Ap.20.12-15; Jo.14.2; Ap.22.4; Ap.7.15-17).

5. Cremos que a salvação do homem está no reconhecimento e aceitação do sacrifício de Jesus Cristo que se entregou por toda a humanidade, derramando seu Sangue na cruz do calvário. (Hb.9:27; Is.53.5; Ap.5.9; Ef.2.8; Is.1.18).

6. Cremos que todos que se arrependem de seus pecados e crêem em Jesus como seu Salvador e Senhor, são salvos pela graça por meio da fé. (Ef.2:6-7; Rm.8.1; Rm 6.23; Rm.10.9).

7. Cremos que a santificação, o temor a Deus, a humildade e a adoção do caráter cristão com produção do fruto do Espírito Santo, aliadas a um compromisso com a missão que Deus deu a igreja, levam os que crêem em Jesus Cristo a uma vida vitoriosa. (Ef.5:25-27; Jo.3.7; 2ºCo. 5.17; Gl.2.20; Sl.1.1,2; 1º Ts.4.3; 2ºCo 7.1; Mc.16.15; Pv.15.33; Pv.18.12; Lc.1.48; At.20.19; Cl.3.12; Gl.5.22-26.).

8. Cremos no batismo nas águas, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. (Mt.28.12; Rm.6.4).

9. Cremos na comemoração e observância da ceia do Senhor Jesus Cristo. Cremos na necessidade dos pais dedicarem os seus filhos ao Senhor Deus, apresentando-os na igreja, conforme a tradição da igreja primitiva. (Lc.22.16-20; I Co.11.28; I Sm.1.24,28; Lc.2.22,23; Ef.6.4; IITm3.15).

10. Cremos no batismo no Espírito Santo que reveste o crente com poder do alto. Cremos que o Espírito Santo se manifesta de maneiras diversas. Cremos que o Espírito Santo tem diversos dons a serem concedidos à igreja de Jesus. Cremos que há diversidade no Ministério e na operação dos dons para edificação da igreja. (Jo14.16,17; At.1.5-8; At 2.4; At.8.17; At.10.44-46; At.19.6; I Co.3.16; At.2.2,3; Mt.3.16; Ef.4.30; ICo 12.4; I Co.12.5,6; ICo14.1,12; Rm.12.6)

11. Cremos na segunda vinda de Jesus Cristo, pessoal e iminente. Cremos na diferenciação entre a segunda vinda e o regresso de Jesus nas nuvens para arrebatar a Igreja, considerados como eventos separados. Cremos no arrebatamento da igreja antes da Grande Tribulação. Cremos no reino milenar de Jesus, de 1000 anos literais. Cremos no pré-tribulacionismo e no método literal de interpretação das profecias. (1ºTs.4.16-17; Tt.2.12,13; Mt.24.36-44; Lc.19.13; Lc12.35-37; Jo.14.2-3; ICo.15.51-52; Cl.3.4; ITs.1.10; Tt2.13; Ap.3.3; Ap.3.10).

12. Cremos que é dever do crente identificar-se com a igreja visível de Cristo sobre a terra, dela participando e trabalhando para edificação do reino de Deus. Cremos que o crente tem o direito e a liberdade de contribuir financeiramente com a igreja. Cremos que a igreja visível é uma congregação de crentes que se tem associado entre si, em comunhão e na unidade do Espírito, para observar as ordenanças de Cristo e buscar a salvação de toda humanidade. Cremos que há ministérios diversos na igreja, que o bispo deve governar bem a igreja e sua casa, que o pastor não pode ser recém-convertido, que deve ter boa reputação. Cremos que os presbíteros são dignos de duplos honorários. Cremos que o ministro deve ter liberdade cristã para cumprir o seu ministério, observados os requisitos estabelecidos pela Palavra de Deus. (Sl.111.1; Rm12.6-8; II Co.9.7; At.20.35; I Co.12.5; I Tm.3.4-5; ITm3.6-7; I T5.17; II T4.5; Pv.11.30; Tg.5.20; Jo.4.35-37).

 


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