Casamento: contrato ou aliança?

23/04/2013 22:45
 

No último século, mais especificamente nos seus 50 anos finais, os povos do ocidente experimentaram uma mudança significativa em seus valores fundamentais. A igreja não ficou de fora dessa transformação. Uma das principais mudanças de valor que atingiu a sociedade ocidental e a igreja diz respeito ao casamento.

Nesta mensagem, vou emprestar alguns conceitos do Pr. Craig Hill que expressam sua perspectiva quanto à substituição do compromisso feito por meio de aliança pelo compromisso firmado por meio de um simples contrato.

A partir do conceito que adotamos para o nosso relacionamento conjugal nos vinculamos a determinados resultados, que serão apresentados mais a frente.

Leitura do texto base

(Lucas 22:20 RA) “ Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós.”

O exemplo de Jônatas e Davi

Tenho plena convicção de que é o amor que conduz a aliança entre duas pessoas, ou melhor, a aliança é motivada pelo amor, que se expressa em atitude. A pessoa que faz uma aliança com outra, sabe que está se comprometendo seriamente com ela e que isso será por toda a sua vida.

A bíblia tem muitos exemplos de alianças firmadas entre homens e entre Deus e os homens. Para o momento, selecionamos apenas dois – a aliança entre Jônatas e Davi e um compromisso idêntico que Rute fez com sua sogra Noemi.

Vejamos primeiramente o exemplo de Jônatas e Davi, constante do texto bíblico de 1 Samuel 18:

"Sucedeu que, acabando Davi de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a de Davi; e Jônatas o amou, como à sua própria alma. Saul naquele dia o tomou, e não lhe permitiu que tornasse para casa de seu pai. Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma. Despojou-se Jônatas da capa que vestia e a deu a Davi, como também a armadura, inclusive a espada, o arco, e o cinto." (1 Samuel18.1-4).

Nesta aliança, percebe-se que foi estabelecido um compromisso mais valioso do que até mesmo suas próprias vidas. Estão implícitos nesta aliança os seguintes termos: "tudo o que tenho e sou é seu. Os seus inimigos são meus inimigos e estou pronto a entregar até a minha própria vida por você, se for necessário."

O exemplo de Rute

Rute, ao ser instada a deixar Noemi, quando esta voltava de Moabe para Israel, decidiu unilateralmente que não deixaria sua sogra e que estaria com ela até a morte, conforme se vê no texto a seguir:

(Rute 1:15-17 RA)15 Disse Noemi: Eis que tua cunhada voltou ao seu povo e aos seus deuses; também tu, volta após a tua cunhada.16 Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. “ Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.”

Nesta aliança, percebe-se que Rute decidiu livremente por seguir Noemi, desprezando seus valores e interesses pessoais. Observa-se que Rute confiou plenamente em Noemi e em seu Deus, sentindo plena segurança ao ligar definitivamente sua vida à vida de sua sogra, independentemente das circunstâncias futuras.

A aliança – o exemplo de Deus

O nosso Deus fez a seguinte aliança com o homem: por amor, comprometeu-se dando o que Ele tinha de melhor para resgatar o homem da morte (Jo 3:16 – 1Jo 4:10). Deus enviou o seu próprio filho para ser sacrificado, tomando sobre si a punição destinada ao homem estabelecendo, assim, uma nova aliança pelo sangue de Jesus (Lc 22:20). 

Deste modo, Deus firmou uma aliança com a humanidade, garantindo que qualquer homem, por mais pecador que seja (Is 1:18), ao aceitar o sacrifício do Senhor Jesus, será resgatado da morte, que é a recompensa do pecado (Rm 6:23).

Esta aliança, Deus não a quebrou mesmo quando Jesus pediu para que Ele reconsiderasse sua palavra para o livrar daquele cálice (Mt 26:39). De igual modo, Deus não quebrou a aliança que fez com o homem quando seu filho estava sendo esmurrado, escarnecido, cuspido e castigado por malfeitores (Mt. 26:67 – Mt. 27:28-31). Por fim, Deus não quebrou a aliança que fez com o homem nem mesmo quando Jesus estava morrendo, quando clamou por seu Pai, que parecia tê-lo desamparado (Mt 27:46).

Partindo do exemplo do próprio Deus, podemos tirar algumas conclusões sobre o conceito de aliança. Aliança é um compromisso unilateral (ato de amor), irrevogável (não volta atrás), indissolúvel (não se desfaz pelas circunstâncias), válido até a morte e não depende do desempenho da outra parte (o homem não estava correspondendo, mas mesmo assim Deus cumpriu com sua aliança).

A aliança e os povos do oriente

Os povos do oriente até hoje valorizam suas alianças. Afinal, a própria palavra de Deus foi inicialmente estabelecida no oriente. Por isso, muito da apresentação bíblica do relacionamento de Deus com o homem está expresso em terminologia de aliança de sangue. Por séculos, os orientais têm conhecido e praticado alianças. Para o oriental, uma aliança de sangue é o acordo mais íntimo, mais sagrado, mais duradouro e mais comprometedor conhecido pelos homens. Uma aliança não pode ser quebrada sob qualquer argumento.

Por ser um compromisso tão sagrado, o oriental prefere morrer a quebrar uma aliança, já que para eles a palavra de um homem em um voto ou aliança tem mais valor do que a sua vida. Diz-se que há 100 anos se um homem quebrasse uma aliança na África até mesmo seus parentes ajudariam a caçá-lo para matá-lo.

Estes tipos de entendimentos ainda existem hoje nas culturas do oriente e do oriente médio. É por isso que ainda existem problemas seriíssimos em muitos países para um muçulmano se tomar um cristão. Na forma deles pensarem, o homem está em aliança, através do islamismo, com Deus e seus irmãos. Ao se tornar cristão, de acordo com o pensamento oriental, um homem está quebrando uma aliança com Deus e com seus irmãos, e assim é digno de morte. Em muitas culturas, a sua própria mãe jura buscar sua morte. A aliança, portanto, é um compromisso irrevogável, indissolúvel, quebrável somente pela morte.

O contrato

O conceito de contrato, por sua vez, é inteiramente diferente. O contrato raramente é  motivado pelo amor, mas por interesses mútuos. Pode até haver sentimentos afetivos envolvidos, mas o contrato em si é estabelecido para a formalização da vontade das partes em relação a um objeto, passando a ser uma garantia do seu cumprimento.

O contrato é um acordo bilateral de vontades para o fim de criar, modificar ou extinguir direitos e obrigações. Mediante o contrato, as partes ficam comprometidas a fazer ou deixar de fazer alguma coisa. Segundo o direito clássico, o contrato faz lei entre as partes (pacta sunt servanda) e deve ser fielmente cumprido, sob as penas da lei e das sanções previamente estabelecidas no próprio termo contratual. Logo, um espera algo do outro. Se o outro não cumpre com suas obrigações, o contrato pode ser rescindido, ressalvado o direito de reparação de perdas e danos ou indenização, conforme o caso.

Assim, quando uma parte não cumpre sua obrigação, a outra não tem nenhuma obrigação de cumprir seu compromisso, podendo, inclusive rescindir o pacto. Este não é o caso de uma aliança, que independe do desempenho da outra parte e que não se pode rescindir a não ser pela superveniência da morte.

Casamento – aliança ou contrato?

Um casamento que se estabelece com base em uma aliança, seguramente, será mais eficaz no atingimento do propósito de Deus para o relacionamento conjugal e familiar.

No tempo de nossos pais, o conceito de casamento era de aliança, e não de contrato. O conceito de casamento na Palestina Judaica, na época de Jesus, definitivamente, era o conceito de aliança. Há pouco tempo, a igreja via o casamento como uma aliança e não como um contrato.

Infelizmente, depois de um período de tempo, o mundo incrédulo, por causa de uma alegada preocupação pelo indivíduo, começou a abandonar o valor bíblico de aliança no casamento e em seu lugar abraçou o valor de contrato. A maior parte da igreja, ao invés de ser o sal e a luz que deveria ser, permitiu que o mundo a influenciasse e, ultimamente, abraçou os mesmos valores. Ao fazê-lo, participamos na liberação de uma força maciça destrutiva da sociedade, que está devastando casamentos e famílias.

Esta troca do valor de aliança pelo valor de contrato é o maior responsável pelo abuso e desvio que estão ocorrendo nas famílias.

Quando, no casamento, damos o devido valor à aliança, dizemos ao parceiro: "Estou irrevogavelmente comprometido com você até que a morte nos separe. Meu compromisso com você não tem nada a ver com o seu desempenho ou qualquer escolha que você fizer. É um compromisso unilateral diante de Deus até a morte." Este é o compromisso que Jesus fez conosco. "De maneira alguma te deixarei nunca jamais te abandonarei" (Hebreus 13.5).

Numa situação de contrato, por outro lado, dizemos, "Vou conservar o lado da minha barganha se você conservar o seu. Se você não me fizer infeliz ou não fizer o que você prometeu, vou deixá-lo e acharei alguém que me faça feliz e mantenha suas promessas. E se você me deixar, então eu definitivamente o deixarei e encontrarei uma outra pessoa".

Quanto a nós, estamos contentes em saber que o nosso relacionamento com Deus é firmado na base da aliança e não do contrato, pois estamos seguros que Ele cumpre fielmente sua parte, mesmo sendo nós pecadores e falhos.

Reflexos da opção (contrato ou aliança) sobre o relacionamento conjugal

Um casamento estabelecido com base contratual é tanto mais flexível quanto mais instável. Os cônjuges estão conscientes que o relacionamento não passa de uma aventura que pode ou não dar certo. Como as probabilidade indicam que a maioria não dá certo, melhor que seja mais fácil de desfazê-lo. Por isso, a própria legislação tem facilitado a dissolução do casamento.

Respeitando as probabilidades, a união dos cônjuges hoje está marcada de precauções, onde não há uma entrega total das partes envolvidas. Os relacionamentos contratuais, de modo geral, têm as seguintes características:

  1. Ajuntamento sem certidão – a união do casal é uma experiência. A idéia é de apenas “morar juntos”. Por se tratar de um relacionamento experimental, não há porque oficializar a situação, o que só complicaria as coisas na ocorrência da separação;
  2. Não unem patrimônio – o que é meu é meu e o que é seu é seu. Cada um paga uma parte das contas, possuem contas separadas e um não precisa saber o que o outro faz com o seu dinheiro. Quanto melhor a situação individual de um dos cônjuges, maiores precauções são tomadas. Agindo assim, cada cônjuge dá uma demonstração de desconfiança e uma prova de que não são uma só carne. Estão sempre prontos para a separação;
  3. Não se desligam completamente dos vínculos paternos – a mamãe está sempre pronta para me acolher se houver o menor desentendimento;
  4. Minha felicidade é mais importante (egoísmo):
    1.  se o outro não me faz feliz (não faz tudo exatamente como eu quero – menino mimado), “a fila anda”;
    2.  meu cônjuge tem que atender todas as minhas expectativas de beleza, juventude, comportamento, sexo etc., mesmo com o passar dos anos. Engordou? Envelheceu? Já não é mais tão belo(a)? Já não tem tanta disposição para o sexo? Não serve mais.

Diferentemente, no casamento firmado na base da aliança, por não trabalhar com a possibilidade de rompimento, a não ser pela morte, os cônjuges se esforçam muito mais para que haja entendimento em todas as áreas de suas vidas, uma vez que comprometeram suas próprias vidas pela vida e satisfação do outro, independentemente do modo que ele venha a corresponder.

Em razão desta disposição, os cônjuges estão sempre procurando por ajustamento (aconselhamento e prática), o que, naturalmente, leva a um amadurecimento do casal e torna o relacionamento estável e sem dissolução da família.

Reflexos da opção (contrato ou aliança) sobre a família

A família é o porto seguro do homem. É o lugar onde ele recebe amor, carinho, proteção, correção e é instruído para ser um adulto responsável e bem sucedido. Uma família bem estruturada é o ambiente ideal para a formação do homem.

Mas, só existe família bem estruturada se o casamento for bem estruturado com as bases dos princípios de Cristo. Se os cristãos, que devem representar os valores de Deus, abraçarem os mesmos valores da sociedade à volta deles, então não há lugar algum para se buscar o retrato correto do relacionamento.

Se o casamento cristão estiver fundado nas bases contratuais, as conseqüências dessa escolha certamente impactarão no coração dos filhos. O primeiro modelo de relacionamento aprendido por uma criança vem por meio do relacionamento de seus próprios pais. É nesse ambiente que se forma na mente da criança a imagem de segurança, proteção, respeito, autoridade, disciplina, amor e carinho.

Quando, por exemplo, a figura paterna se afasta do propósito de Deus e o pai abandona sua mãe e sua casa, distorce, de algum modo, o conceito de amor na mente do filho. O amor passa a significar apenas um sentimento compatível com o egoísmo – amor próprio. O filho fica com a sensação de que não é importante para o pai e sente-se desprotegido, já que o pai não está constantemente presente em sua vida.  Desse modo, fica muito difícil dissociar a imagem paterna da imagem que se forma de Deus, já que Deus é apresentado à criança como pai. Esse é um dos motivos que o homem tem maior facilidade de aceitar a divindade feminina, já que, normalmente, a mãe é mais carinhosa e é quem fica com os filhos quando o casamento se desfaz.

Por isso, quando uma criança olha para seus pais e vê o valor de contrato apresentado em seus casamentos, isso tende a liberar um tremendo medo de abandono no coração dela. Por quê?

Porque a mensagem do casamento contratual  é: "Se você me faz infeliz e não atinge o nível desejado, vou te deixar e achar outra pessoa" – então, a criança pensa: "Imagino o que acontecerá comigo se não o(a) fizer feliz e não atingir o nível desejado?". Esse sentimento é naturalmente transferido para Deus.

Isso cria um tremendo temor de abandono até mesmo no relacionamento com Deus e resulta numa ênfase exagerada no desempenho e perfeccionismo. “É melhor fazer tudo direitinho e nunca pecar ou você não será aprovado”. Outros podem até pensar que Jesus pode rejeitá-los e sair à procura de pessoas que façam as coisas corretamente. Perfeccionismo e tentativa de desempenho excepcional podem, então, ter suas raízes nesta disfunção familiar.

Reflexos da opção (contrato ou aliança) sobre Cristo e sua igreja

Os casamentos contratuais, dificilmente se sustêm, pois egoísmo e interesse em satisfação pessoal nunca foram as bases de sustentabilidade de relacionamentos.

Por conseqüência, o modelo de casamento contratual tem atentando conta a imagem do relacionamento de Cristo com sua igreja.

Em Efésios 5.22-23 Paulo declara que o casamento é o retrato principal do relacionamento entre Cristo e a Igreja. Isso significa que se eu quiser saber como Jesus se relaciona comigo, devo olhar no relacionamento de, um homem com sua esposa. Se, ao fazê-lo, o valor fundamental que vejo representado é o valor de aliança, então estou recebendo um retrato correto.

Todavia, se ao fazê-lo, o valor fundamental que vejo representado é o de contrato, então uma imagem errada do meu relacionamento com Jesus se estabelece no meu coração. Este não é um processo mental necessariamente consciente, mas automaticamente abraçamos o modelo de nossos pais e outros modelos significativos.

No meu relacionamento com Jesus, a conclusão do coração é que eu represento o papel de minha mãe (sou parte da igreja) e Jesus o de meu pai. Se eu não for perfeito e não conseguir fazer tudo certinho para agradá-lo em todos os detalhes, Ele também vai me descartar e encontrar uma outra pessoa, que faça as coisas melhor do que eu faço.

Qual a nossa decisão? Contrato ou aliança?

Uma vez que o homem é livre para escolher aquilo que considera melhor para sua vida, pode escolher qual o nível de comprometimento deseja para o seu casamento, para a sua família, para o seu relacionamento com Deus e para o eu relacionamento com a igreja do Senhor Jesus.

Contratos, podem ser feitos, formalmente, no cartório ou simplesmente aceitando-se os termos contratuais já estabelecidos no código civil para a união estável. Nesta opção, já se sabe exatamente o que se quer e o que se pode esperar como resultado.

De outro modo, pode-se optar por fazer uma aliança no ato do casamento ou mesmo depois dele, se os cônjuges estão vivendo um relacionamento com bases meramente contratuais. Também, é possível que se faça a aliança mesmo no caso em que o casal esteja vivendo no modelo contratual da União Estável, que é um contrato que tem seus termos estabelecidos no Código Civil Brasileiro. Neste caso, a formalização do casamento já é uma demonstração de que os cônjuges estão dispostos a romper com alguns pressupostos da relação instável (de fácil dissolução) para uma mais comprometida. Este não deixa de ser um passo para se acreditar que há um desejo de se fazer uma aliança e deixar a simples relação contratual. Por isso, normalmente, a igreja espera que o casal dê este primeiro passo para, em seguida, realizar uma cerimônia de aliançamento, pois esta é uma atitude muito séria que só deve ser feita após alguma reflexão a respeito daquilo que se quer para o futuro do relacionamento e da família.

Não há dúvida que Deus deseja o “aliançamento”, como já referido, pois Ele mesmo é um Deus de alianças e promessas. A igreja, por sua vez, não pode abrir mão deste compromisso de aliança, já que é responsável por apresentar ao mundo o retrato do relacionamento de Jesus com a igreja e de Deus para com o homem em particular.

A igreja, ao se reunir para uma cerimônia de casamento, ou de aliançamento, está testemunhando a decisão tomada pelo casal, de desenvolver um relacionamento com base nos termos de uma aliança,  que, como já referido, é um compromisso unilateral (ato de amor), irrevogável (não volta atrás), indissolúvel (não se desfaz pelas circunstâncias), válido até a morte e não depende do desempenho da outra parte (o homem não estava correspondendo, mas mesmo assim Deus cumpriu com sua aliança).

Deste modo, a igreja também aproveita para reforçar a mensagem de que o relacionamento de Deus com o homem é de aliança, uma vez que Deus promete que, independentemente da condição do homem, Ele nunca o desampara:

(Salmos 27:10 RA) “Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me acolherá.”

(Romanos 8:38-39 RA) “38  Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, 39  nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

Que o Espírito Santo de Deus nos auxilie em nossas escolhas.

 

Pr. Sólon Lopes Pereira


 

TEXTOS BÍBLICOS REFERENCIADOS

(João 3:16 RA) “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

 

(1 João 4:10 RA) “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados.”

 

(Lucas 22:20 RA) “Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós.”

 

(Isaías 1:18 RA) “Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.”

 

(Romanos 6:23 RA) “porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

 

(Mateus 26:39 RA) “Adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres.”

 

(Mateus 26:67 RA) “Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam murros, e outros o esbofeteavam, dizendo:”

 

(Mateus 27:28-31 RA) “28  Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate; 29  tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus! 30  E, cuspindo nele, tomaram o caniço e davam-lhe com ele na cabeça. 31  Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe o manto e o vestiram com as suas próprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado.”

 

(Mateus 27:46 RA) “Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”

 

(1 Samuel 18:1-4 RA) “1  Sucedeu que, acabando Davi de falar com Saul, a alma de Jônatas se ligou com a de Davi; e Jônatas o amou como à sua própria alma. 2  Saul, naquele dia, o tomou e não lhe permitiu que tornasse para casa de seu pai. 3  Jônatas e Davi fizeram aliança; porque Jônatas o amava como à sua própria alma. 4  Despojou-se Jônatas da capa que vestia e a deu a Davi, como também a armadura, inclusive a espada, o arco e o cinto.”

 

(Rute 1:17 RA) “Onde quer que morreres, morrerei eu e aí serei sepultada; faça-me o SENHOR o que bem lhe aprouver, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti.”

 

(Hebreus 13:5 RA) “Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.”

 

(Efésios 5:22-23 RA) “22  As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor; 23  porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja, sendo este mesmo o salvador do corpo.”

 

(Salmos 27:10 RA) “Porque, se meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me acolherá.”

 

(Romanos 8:38-39 RA) “38 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, 39  nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.”

 


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